A tua Oxum te espera
o regaço anda quente
a mão anseia o teu cabelo
a dança dos corpos nus
a guerra, a luta que conduzem ao êxtase
A tua Oxum te espera
o regaço anda quente
a mão anseia o teu cabelo
a dança dos corpos nus
a guerra, a luta que conduzem ao êxtase
Alimentação RSS de comentários a este artigo. URI do TrackBack
| Thamana Alves em Porque nenhum dia é igual ao… | |
| fatima em Uma flor para minha profe… | |
| Mani em Amamentar | |
| Mah Araujo em Frases da adolescência | |
| mauricéia em Amamentar | |
| mauricéia em Amamentar | |
| Amanda em Frases da adolescência | |
| Cam Seslaf em Amamentar | |
| Meg em Amamentar | |
| NAINY MUNIZ SANTOS em Só pai e mãe |
Que lindo!
Teu orixá é Oxum? O meu já sabes qual é… É Iansã mesmo!
Também gostei demais do poema da Ismália.
Beijos,
Rosa.
Comentário de Rosa — 11 Junho, 2006 @ 10:17 am
Oraieiê!
Comentário de alenacairo — 11 Junho, 2006 @ 1:29 pm
Filho de Oxum Docô que sou, na linha de Umbanda, é evidente que fiquei emocionado ao ler o teu poema.
Embora mamãe goste de mel, quindim, canjica amarela e muito perfume, tenho a certeza de que também abraçará o vinho que dá início ao título do poema.
No vinho, a verdade.
Ará, Ieiê, minha mãe Oxum!
Comentário de Murilo Alves — 15 Junho, 2006 @ 7:52 pm
Perdi o fôlego!
Comentário de alenacairo — 15 Junho, 2006 @ 8:37 pm