Publicado por: Alena Cairo em: 10 Junho, 2006
A tua Oxum te espera
o regaço anda quente
a mão anseia o teu cabelo
a dança dos corpos nus
a guerra, a luta que conduzem ao êxtase
Filho de Oxum Docô que sou, na linha de Umbanda, é evidente que fiquei emocionado ao ler o teu poema.
Embora mamãe goste de mel, quindim, canjica amarela e muito perfume, tenho a certeza de que também abraçará o vinho que dá início ao título do poema.
No vinho, a verdade.
Ará, Ieiê, minha mãe Oxum!
11 Junho, 2006 às 10:17 am
Que lindo!
Teu orixá é Oxum? O meu já sabes qual é… É Iansã mesmo!
Também gostei demais do poema da Ismália.
Beijos,
Rosa.