Publicado por: Alena Cairo em: 10 Julho, 2007
A uma mulher
“Quando a madrugada entrou, eu estendi o meu peito nu sobre o teu peito
Estavas trêmula e teu rosto pálido e tuas mãos frias
E a angústia do regresso morava já nos teus olhos.
Tive piedade do teu destino que era morrer no meu destino
Quis afastar por um segundo de ti o fardo da carne
Quis beijar-te num vago carinho agradecido.
Mas quando meus lábios tocaram teus lábios
Eu compreendi que a morte já estava no teu corpo
E que era preciso fugir para não perder o único instante
Em que foste realmente a ausência de sofrimento
Em que realmente foste a serenidade.”
Vinicius de Moraes
Há 27 anos já não temos mais o poeta conosco (09/07/1980). Falar de Vinicius é falar de saudade.
Vinicius, grande poeta do amor.
adorei esse blog
abração
voltarei com mais tempo..
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Helder, gostei do teu espaço, o blog está bonito. Volte sempre aqui, abraços.
Alena
Vinicius, lembra minha infância..apesar de não ter raízes brasileiras, uma das grandes influências literárias que eu tenho foi ele – Vinicius e adorava ouvi-lo.
Adorei seu blog…Feira de Santana… moro lá.
Boa sorte e bom final de semana.
bjs
11 Julho, 2007 às 11:03 am
Alena,
Bela homenagem. O poetinha merece todas.
Beijão
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Lord, a homenagem de verdade o blog deletou, engoliu, matou. Estou esperando o sangue esfriar para escrever outra.
Beijos
Alena