Publicado por: Alena Cairo em: 12 Novembro, 2007
Não sei quem escreveu. É mais um destes textos que recebemos por e-mail. Vou pesquisar a autoria, se achar, coloco-a aqui.
Não sou de ficar publicando os textos de e-mail, mas eu não resisti a este:
“Um calouro muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de
futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro,
próximo dele, por que era impossível a alguém da velha geração entender esta
geração.
- Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo…
O estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.
- … nós, os jovens de hoje, crescemos com televisão, aviões a jato,
viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo
visitado Marte. Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio,
computadores com grande capacidade de processamento e, …
Numa pausa para tomar outro gole de cerveja.
O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a
liturgia do estudante em sua ladainha e disse:
- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando nós éramos
jovens, por isso nós as inventamos… e você, bostinha arrogante, o que
você está fazendo para a próxima geração? “
e assim caminha a humanidade…
“Ora”, este senhor está fugindo da sua responsabilidade jogando-a em cima de um jovem? Porque tudo que ele criou está de certa forma a esgotar os recursos naturais do planeta, não? Claro que as ferramentas ajudam muito, porém a utilidade que damos a elas fazem sentido…? Se houver alguma palavra escrita errada, foi ou é porque sou jovem e esqueci o backspace do meu teclado, mas não esqueci o dicionário. “Mon coeur mis a nu”.
Alena
Putz…essa é boa mesmo.
Bjs
12 Novembro, 2007 às 5:20 pm
Pode ser minha eterna adolescência falando, mas eu achei bem razoável o ponto de vista do estudante. É razoável supor que pessoas que cresceram com acesso à internet tenham uma forma diferente de lidar com o mundo e com o conhecimento.
Por outro lado, o argumento do senhor só se justifica se ele tiver, pessoalmente, inventado alguma dessas coisas. O que é bem pouco provável…