Madruga

Madruga  
É preciso amar…  É preciso entender que não há tanto tempo e, ao mesmo tempo,

 há tempo para tanto e para tudo… Pressa para quê?  Chegar onde? 

As janelas estão no pc… Cadê as da vida?  Abertas , violadas ou apenas fechadas ???  

Os cílios coam as sujeiras do tempo, as lágrimas turvam a previsão… 

Já não há lágrimas e tantos choram! 

  Os poemas alentam, 

as músicas acalmam ou deixam eufórica a multidão. Poucos refletem e poucos pensam e tantos fazem sexo…

e fuxicam e estorvam-se a si mesmos. Derivar para quê? Pensar dói.

A filosofia foi banida, as histórias irrelevantes…

Não se contam mais as estrelas?    

Onde está você agora? No que pensa? O que o acalenta para dormir? 

Felizes os inocentes, estes descansam.   

 Bom dia noite inteira, boa noite dia que chega. Vou dormir e era preciso permanecer acordada… 

Alena Cairo

09 de janeiro de 2006

Um comentário sobre “Madruga

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s