Reflexões acerca do IR

Abril está chegando e com ele o desespero de prestar contas ao governo sobre a renda que tivemos em 2005. Nenhuma riqueza específica de minha parte, mas confesso que até hoje me sinto infantil ao raciocinar que imposto sobre a renda deveria ser apenas um imposto aplicado sobre o que estivesse rendendo…

Tudo bem , tudo bem, as alíquotas estão aí. Em folha, já sai o taludo naco de quase 30% de tudo que ganho pelo meu trabalho de graduada e especialista. O caso é ler a Folha e perceber o resumão do escândalo envolvendo Palocci. Meu deus ! Eu pago tudo direitinho e meu dinheiro vai para a p… que p…! Além de orgias e benesses no exterior, contas numeradas, paraísos fiscais, laranjas, depósitos, desvios, champagnes e muita putaria, tenho que engolir, eu, brasileira honesta, a dancinha da nobre deputada.

“Socorro, eu não estou sentindo nada”… tenho ouvido Antunes estes dias…  “Por favor, alguém me dê um coração / que este já não bate nem apanha”.

Com a minha velha mania de recortar notícias, artigos e etc do jornal e arquivar, acabei passando a tarde de hoje a revirar meus arquivos bagunçados deste ano e descobri a pérola do Tendências / debates de 19 de dezembro de 2005. O texto se intitula “Rumo ao desenvolvimento” e está assinado por ninguém mais ninguém menos que o nobre doutor em economia pela USP (outras apresentações podem ser dispensadas, não?).

Na Folha de 19/12/2005, em análise à política econômica do governo Lula, o doutor se mostra otimista, chega a falar em “condições excepcionais” reunidas pela economia brasileira para “impulsionar um novo ciclo de desenvolvimento”. Atéia, não peço mais a Deus que o ouça nem ao diabo que o carregue. Eu, de verdade, só não queria PAGAR para ver !

Devolvam-me o que é meu… Gritou desesperada uma louca (brasileira) que passou aqui na rua esta semana…

Lendas

Oi, pessoal, visitei estes sites e há material para as nossas aulas. Falamos no resgate da cultura de origem indígena e africana. Discutimos as questões da soberania da cultura européia lusitana no Brasil devido ao seu processo de colonização. Então, vamos ampliar o nosso repertório para que não estejamos a repetir em sala de aula o discurso das elites.

Vale conferir:

http://www.rosanevolpatto.trd.br/
lendas%20indigenas1.html

http://www.escolavesper.com.br/
lendasindigenas/lendasindigenas.htm

http://
www.rainhadapaz.g12.br/projetos/portugues/generos_textuais
/lendas/indios/home.htm

http://www.terrabrasileira.net/folclore/
manifesto/lenda.html
(leiam este texto sobre a
fusão das crenças européias, indígenas e africanas.)

http://www.emack.com.br/sao/webquest
/sp/2004/africa/processo.htm

http://www.lendas.orixas.nom.br/index_principal.htm

Não limitem a pesquisa às indicações aqui apresentadas.
Vamos encontrar mais oportunidades!!!

Alena

Precedente

Agora que o precedente foi aberto neste mundo moderninho on line, chamo a atenção dos meus leitores e amigos para que possamos usar o espaço dos blogs pessoais para qualificar as informações da rede. Há tempo aludo à necessidade de ampliarmos as páginas em língua portuguesa com textos de tipos diferentes e de boa cepa !

Trecho da notícia publicada na Folha:

“O blog Baghdad Burning (“Bagdá em Chamas”), criado por uma jovem iraquiana anônima, foi selecionado nesta segunda-feira como finalista de um importante prêmio literário da BBC. Em seu diário virtual, a internauta descreve o impacto da guerra na vida da população.

O júri do prêmio Samuel Johnson escolheu Baghdad Burning –escrito desde 2003 por uma jovem que utiliza o pseudônimo de Riverbend– como um dos 19 finalistas do prêmio de não-ficção concedido pela BBC.

Esta é a primeira vez que um blog aparece como candidato a um prêmio literário. A quantia oferecida ao vencedor do prêmio –US$ 52 mil– é a mais elevada para uma obra de não-ficção.”

Folha On line , 27/03/2006
Consultem a página da folha e o blog que concorre a prêmio literário www.riverbendblog.blogspot.com .