Eu, meus queijos, meu vinho

É quinta à noite e me acostumei a celebrá-la. Antes, tempo farto de amor, era dia de comida árabe ou italiana, homem chegando às seis em casa, música romântica escolhida por ele na sala.

Havia tempo para uma dança. Havia uma cerveja partilhada ou um vinho a dois. Havia uma varanda e uma Lua no céu. E o mar, mar , distante mar…

Hoje há a doçura, há o vinho, há o sonho, há a mulher. Há queijo Gruyère, Gouda, Brie e Gorgonzola.

Há boa música e quatro travesseiros me esperando.

Leio Crime e Castigo de Fiódor Mikhailovich Dostoiévski. E curto a minha Felicidade transitória e Clandestina, não é Clarice?

Tim, tim.

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