Cercas

Durante muitos anos, eu comprei briga com as “puladas de cerca”. Se não fosse esse tal de amor a querer exclusividade em todo o seu potencial egoísmo… talvez de forma leve todos os casais pudessem estar mais tempo juntos… ou talvez outros estivessem há mais tempo separados.
Hoje prefiro, como mulher, não pensar muito nisso. E entender que os desejos aparecem. Não podemos crucificar-nos e nem guilhotinar os outros.
Mas a liberdade é melhor quando não se ama. Amando, estamos em cárcere da consciência. E da culpa que o outro tenta nos impingir.

2 comentários sobre “Cercas

  1. Alena eu ja aprendi e por duras penas, que nessa vida nao podemos e nem devemos julgar ninguem, somos capazes das coisas mais inacreditaveis e que nao somos juizes da vida dos outros e li algum anos atras que ” nessa vida podemos ser felizes com qualquer pessoa, desde que nao a amemos” isso me faz pensar tanto…beijos!

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    É, Mauricéia, eu não julgo… ui! Dá vontade de evitar certos sofrimentos nos queridos e na gente também, mas o diabo do amor não pede muita licença. O melhor de tudo que eu aprendi cedinho, é que tudo PASSA…

    Quanto às coisas inacreditáveis, você não acreditaria no que eu tenho de história para contar (rsrsrsrss)

    Beijo! 

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