Ao fundo, o mar

Afundo-me em memórias e vejo o homem.

Cabisbaixo. Não se mostra, não revela.

O olhar esquiva-se do que perscruta.

O cabelo em desalinho, a fronte serena.

O peito já coberto de brancos.

Então o barco balança. O mar é prata. Ao fundo, a mata.

Foi Parati.

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2 comentários sobre “Ao fundo, o mar

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