Recortes meus da leitura do dia: Jorge Luís Borges

“Uma forma de felicidade é a leitura”.

“Um livro não deve exigir esforço; a felicidade não deve exigir esforço.”

“Sim. A poesia é cabalística, entre tantas outras coisas. (…) A poesia é algo tão íntimo que não pode ser definida.”

“(…) penso que é melhor sentir-se herdeiro que se sentir dono de algo que se transmite. Não sei se tenho alguma coisa. Mas sei que recebi muito. Talvez eu possa dar o que não tenho: possa dar a sabedoria, a prudência que não tenho, a imaginação que não tenho. De qualquer modo, creio que os escritores somos amanuenses de algo secreto, que se pode chamar, segundo a tradição homérica, de musa; segundo a tradição hebréia, ruach, o  espírito; ou segundo a feia mitologia moderna, inconsciente ou subconsciente; ou, segundo a bela expressão do grande poeta irlandês William Butler Yeats, a Grande Memória.”

 “O importante é a poesia, essa coisa misteriosa que não podemos definir, mas que sentimos e que pode surgir a qualquer momento.  (…)  Tudo é igualmente poético. Tudo é igualmente assombroso e inexplicável.”

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