Casamentos e tal

Há quinze dias, uma de minhas melhores amigas se casou. Bem, digamos assim, fez a cerimônia religiosa com toda aquela tradição e mais uma festa de arromba. Eles já viviam juntos e bem.

Sabe a satisfação que eu fiquei de ver o sorriso lindo dela e largo dele, ambos realizados com os amigos e todo o quiprocó que um casamento daqueles exigia ?

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Foi a primeira festa de minha vida com a qual não me preocupei um segundo sequer com roupa. Isso foi muito bom. Eu sabia que iria e pronto. Com qualquer traje. O pretão básico arrastando no chão uns 20 números a mais que o meu  resolveu a questão. BENESSES DA GRAVIDEZ. E um achado de ouro. Ou melhor, de prata: uma sandália tipo havaianas, mas de couro pintado com strass. Uau! Nem sei mesmo por que é que usamos sapatos altos. Vá lá que eu os acho lindos, adoro, mas a noite inteira naquela sandalinha me deu a chance de pintar e bordar sem me cansar até 1h30 desde às 19.

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Constatação melhor da noite: dancei, sacudi, abaixei e pulei freneticamente na boate. Mas dancei muito mesmo. Pensei que ou ia ter o bebê na madrugada ou ia acordar entrevada na manhã seguinte. Qual o quê! Parecia novinha em folha. Senti absolutamente nada. Só felicidade e bem-estar.

Conclusão: aborrecimentos é que fazem mal à saúde. Quando estamos bem, nada dói.