Rapidinhas

1. O parto foi traumático.

2. Eu sofri demais. A neném também. Ambas estávamos estressadíssimas nos primeiros dias dela de vida.

3. Eu não quis receber visitas depois. Passei quatro dias atordoada no hospital.

4. Fiquei muito surpresa com a quantidade de cabelos que a bebê tem. Na hora, só acreditei que era minha filha porque só houve um parto na sala, porque eu confiava na equipe e porque o pai estava presente. É que a danada saiu a cara da minha mãe. E eu não me lembrava desta possibilidade genética. Não cogitei que pai+mãe=avó.

5. Não adianta: todos querem visitar os recém-nascidos. Mas só as mães sabem o que passam com 20 visitas familiares em casa no domingo com uma bebezinha de quatro dias, trauma pós-parto para ambas, pai e mãe sem dormir há seis dias, retenção monstruosa de líqüido, super inchaço pós-operatório, amamentação em adaptação, rotinas alteradas, sono… e almoço, sala e bate-papo a fazer no meio de tudo isso.

6. Por que há quem leve crianças doentes (com tosse, gripe e afins) a visitar recém-nascidos?

7. Por que as pessoas acham que podem pegar em recém-nascidos com as mãos que vêm da rua, do sanitário, da chave do carro, da bolsa, do elevador, do corrimão e etc?

8. Apesar de todos os cursos, do investimento em curso particular e tal, amamentar dói. E é difícil.

9. Todas as mães deveriam ir direto para o céu. Elas vão. E estão sentadas no trono de Deus Pai Todo Poderoso.

10. Ter filhos é maravilhoso.

11. Eu quero mais.

12. Ela vale tudo isso. E seu sorriso derrete qualquer um.

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Depois, eu vou atualizar com calma muitas coisas que precisam ser ditas: Curso CALMA de amamentação em Salvador, Curso para Gestantes do Hospital Aliança, Ocitocina, Dilatação, Parto Induzido , Normal e Cesáreo, Rompimento de bolsa, Amamentação – colostro – empedramento – massagem – bomba , Visitas, Atender telefone, Licença-Maternidade (bendito Getúlio!)…