Decoração e cia

Desde que fiquei grávida, meu maior passatempo é olhar por horas revistas de decoração. Decoração de quartos de bebê e de casa de ‘gente grande’. A grana ainda não deu para fazer muita coisa, mas aguçou-se a vontade e, digamos, ando com tendências atualizadas. O mais legal é a gente olhar aqui e ali e ir construindo um mosaico com o que a gente gosta. Creio que seja por aí a escolha da casa de cada um. Não gosto, particularmente, de ambientes 100% arquitetos ou loja de móveis. Daqueles prontinhos, que não revelam nada sobre a personalidade do casal ou do dono da casa.

E adoro a mistura do caro com o barato. Do novíssimo com o antiquíssimo. Da vanguarda com o vintage. É por aí.

Assuntos e coisas afins

Depois do binômio gravidez e pós-parto, os temas andam muito maternos por aqui. É que a vida fora da maternidade só voltou a começar timidamente a acontecer por agora. E isso inclui também o tempo para ler e sair.

Pretendo desviar os posts sobre Alice  e gravidez para uma outra página, um outro blog. Mas ele está sem nome ainda. E voltar a ser mais eclética aqui. Ou menos mãe – se é que isto é possível.

Sugestões?

Mensários

Inventaram cá por estas bandas a comemoração de cada mês de vida do bebê até ele completar um ano. Exageros à parte, sabemos que a vida pode e deve ser comemorada.

Sempre achei, entretanto, este negócio de mensário de bebê um surto. Talvez invenção consumista para os pais já mostrarem a  sua loucura desde cedo… Falta do que fazer… desperdício de dinheiro…

Bom, pensei um monte de coisas até Alice nascer. Até eu me internar em casa em regime de dedicação exclusiva e inclusiva (minha irmã defende que exclusiva são 40 horas semanais e mãe não o é só por este tempo, mas em tempo integral).

Depois que a bezerrinha nasceu e que eu descobri a caverna em que me meti pelos seus primeiros cinco meses… depois que eu comecei a achar a ida ao pediatra o maior evento e o mais esperado do mês – simplesmente porque saía de casa… depois que eu passei a frequentar o shopping só para passar horas dando de mamar no fraldário por ser um lugar diferente desta bendita santa casa … depois que eu entendi que nem telefone direito as mães podem atender… bom, depois disto tudo, eu compreendi que esta ‘maluquice’ de mensário só poderia ter sido inventada por uma MÃE em desespero absoluto para ver as suas visistas, os seus amigos e ter direito a conversar por alguns minutos com alguém que trouxesse notícias do ‘mundo de lá’ de fora.

Tá. Então todas as mães e seus mensários de filhos estão perdoadas. E não joguem pedra em mim que eu também fiz os de Alice. E como amei ver algumas pessoas convidadas estrategicamente para bater papo comigo.

Meu projeto é até ela completar um ano, fazer uma reunião por mês e a cada mês privilegiar os amigos (em um os x, no outro os y, no próximo os w…)

E não me joguem mais pedras, porque hoje vou salvar a minha amiga que pariu há pouco também, no mensário da doce Laura.