Terapia do amor próprio

Dois dias seguidos, presenteei-me com duas horas e meia inteiras ao meu dispor. Malhei, malhei, malhei, suei a camisa, caminhei, andei lentamente e apressadamente. Deitei e alonguei até sentir a preguiça no corpo. Li algumas revistas interessantes. Dois meios livros.

E hoje, banho de chuveiro demorado, com direito a escuro, silêncio e olhos fechados. Shampoo que eu amo e sabonete idem. Passados como se deve: massageando devagarinho, sentindo o corpo inteiro. Depois, hidratante cheiroso em cada pedacinho da pele, lambuzado como se fosse a corbetura extra do meu sorvete preferido. Um pente de madeira nas madeixas, uma havaiana no pé. Sem perfume.

Um ato de amor.

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