Outros ventos sopram,
outras brisas quero sentir
na calmaria entre tufões do existir.
Outros espaços se configuram,
novos projetos se delineiam
e os ânimos a alma incendeiam.

Soprar. Respirar. Inspirar.
Calma, lânguida e misteriosa
a rir dos destroços jocosa.

Pedaços, espaços, carcaças:
obsoletos.
Caminhos, desejos, vontades:
dialetos.

E lá vem ela, a brisa intentada.
Sopra, leve, bosquejando a história.
Capitanear é preciso.
Agora.